Apple rende-se ao Google: a Siri e a dependência tecnológica
Foto: Exame
Nesta segunda-feira, 8 de junho, a Apple sobe ao palco do Apple Park, em Cupertino, para a WWDC 2026, a sua conferência anual de desenvolvedores. O momento é de constrangimento. Há dois anos, a empresa prometeu uma Siri com inteligência artificial avançada e falhou. As ações despencaram. Executivos pediram desculpas publicamente. Agora, regressam ao mesmo palco com a mesma promessa, mas sob uma pressão implacável.
Quando a soberania tecnológica vacila
O anúncio mais esperado é a integração de inteligência artificial na Siri. Segundo a Bloomberg, a Apple vai apresentar uma versão profundamente reformulada do assistente virtual, com capacidade de compreender contexto, agir dentro de aplicações e funcionar mais como um chatbot do que como o assistente de voz limitado que os utilizadores conhecem desde 2011. Uma nova interface chamada